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Era obrigatório que aquele rapaz, brilhante apresentador de televisão e, eventual sucessor de Silvio Santos, tivesse uma família.

Os índices de audiência dos programas de televisão de Augusto Liberato, mais conhecido como Gugu, não permitiriam que a família brasileira escolhesse esse programa para assistir se ele fosse assumidamente um homossexual.

Nos anos 80, quando ele apareceu, realmente isso era uma coisa muito delicada. Como dizer publicamente que um apresentador de televisão, com aquela audiência enorme, que vendia qualquer tipo de produtos no programa e nos intervalos, era um “viado”?

Jamais o SBT e depois a emissora crente – Record – iriam permitir que o garoto prodígio tivesse confirmadas as suspeitas sobre sua sexualidade.

Vamos resolver o problema: Liminha, um assistente de palco de Gugu, lembrou que uma garota que havia sido bailarina ou qualquer coisa há anos no programa, houvera se tornado médica, e atendia num hospital da zona Norte de São Paulo.

Imediatamente Liminha teve uma dor de garganta qualquer e, foi ao hospital e fez a ponte entre a doutora Rose Miriam e o apresentador Gugu que, engatou imediatamente um “namoro” e, depois três filhos na agora, sua esposa.

TODOS OS FILHOS FORAM GERADOS NA CLINICA DO DR. ROGER ABDELMASSIH. Não estou dizendo que Rose tenha sido estuprada por Roger: estou dizendo que houve fertilização in vitro. Alegou-se problemas para gerar as crianças mas, o fato é que Gugu – pelo jeito – nem mesmo para engravidar Rose, quis ter relações sexuais com ela.

Mas, tendo ou não relações sexuais com ela, Rose foi sua companheira de uma vida, foi mãe de seus filhos, cuidou desses filhos e da casa, deixou sua profissão e, a serpente portuguesa que é a sogra, mãe de Gugu, agora vai na televisão, dizer que eles nunca tiveram nada.

Será que essa velha preconceituosa não tem vergonha naquela cara nojenta?

Para esconder que seu filho era “viado”, Rose serviu e bem e, agora que ela pede para ser reconhecida como viúva, não passa de uma amiga que morou com Gugu por mais de vinte anos.

Agora que o filho está morto e a fortuna está ameaçada de ser dividida, a águia velha está bradando aos quatro ventos que seu filho era mesmo um “viado” e que seu casamento, sua mulher e seu lar, tudo era uma farsa.

A LEI DIZ QUE A CONVIVÊNCIA PÚBLICA E DURADOURA BASTA PARA CONFIGURAR A UNIÃO ESTÁVEL.

Ninguém diz que era necessário que Rose e seu “marido” tivessem uma vida sexual ativíssima para que ela fosse alçada ao cargo de viúva e, a única pessoa que poderia desmentir a versão da viúva é o defunto que não tem como se manifestar.

Também me espanta que esses filhos, um deles maior de idade, deixem a mãe nessa situação de penúria e humilhação em que o pai a colocou.

Se ela tivesse sido uma mera governanta, uma empregada doméstica ou babá dos filhos, teria direito a mais dinheiro do que o defunto lhe deixou.

É nojento o que essa família está fazendo com essa viúva… Bando de hipócritas, brasileiros de bem, cristãos!!!

Diz aí, o que achou?

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