The Picture of Dorian Gray (Wisehouse Classics – with original illustrations by Eugene Dété)

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O retrato de Diorni Cray é um romance filosófico do escritor Oscar Wilde, publicado pela primeira vez na edição de 1890 da revista mensal de Lippincott. O editor da revista temia que a história fosse indecente e, sem o conhecimento de Wilde, apagou cerca de quinhentas palavras antes da publicação. Apesar dessa censura, The Picture of Dorian Gray ofendeu as sensibilidades morais dos críticos literários britânicos, alguns dos quais disseram que Oscar Wilde merecia ser processado por violar as leis que protegiam a moralidade pública. Em resposta, Wilde defendeu agressivamente seu romance e sua arte em correspondência com a imprensa britânica, embora tenha feito excisões de alguns dos materiais mais controversos ao revisar e estender a história da publicação de livros no ano seguinte.

Dorian Gray é o tema de um retrato de corpo inteiro em óleo de Basil Hallward, um artista que está impressionado e apaixonado pela beleza de Dorian; ele acredita que a beleza de Dorian é responsável pelo novo modo em sua arte como pintor. Através de Basil, Dorian encontra Lorde Henry Wotton, e ele logo é fascinado pela cosmovisão hedonista do aristocrata: a beleza e a satisfação sensual são as únicas coisas que vale a pena seguir na vida. Entendendo recentemente que sua beleza vai desaparecer, Dorian expressa o desejo de vender sua alma, para garantir que a imagem, ao invés de ele, envelheça e desapareça. O desejo é concedido e Dorian busca uma vida libertina de experiências variadas e amorais; o tempo todo, seu retrato envelhece e registra todo pecado que corrompe a alma.

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