(Photo by Cris Faga/NurPhoto)
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A abertura da 22ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, que está acontecendo neste domingo (3), foi marcado por um pequeno discurso, feito pela viúva da vereadora do PSOL Marielle Franco, assassinada em março em 2018, a arquiteta Mônica Benício.

Emocionada, Mônica disse que o evento era símbolo da resistência e que continuaria na luta pela defesa dos direitos das pessoas de todas as orientações sexuais.

“Isso aqui é um ato de resistência. O Brasil é um dos países que mais mata a sua população LGBT. E a gente não pode assumir isso, deixar que isso continue desta maneira”, disse Mônica.

Ainda durante a abertura, um organizador fez o chamado: “Marielle?”. E o público respondeu: “Presente”.  O chamado pela presença de Marielle nos eventos que relembram a morte dela se tornou usual com o objetivo de relembrar o assassinato e cobrar a punição dos culpados.

O crime ocorreu há mais de 80 dias e, atualmente, deixa mais dúvidas do que respostas, sendo um quebra-cabeça intrincado que a Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro tenta desvendar.

Vale lembrar que a 22ª Parada do Orgulho LGBT, neste ano, tem como tema as eleições de 2018. O objetivo, também, é buscar a conscientização do público para analisar as propostas dos candidatos direcionadas ao público LGBT.

Texto Marcus V. Xavier – Redator chefe
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