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Drauzio Varella ressaltou a relevância e bom funcionamento do programa de tratamento e combate ao HIV que vigora no Brasil.

O médico e escritor participou do 2º Seminário de Promoção Social Saúde Preventiva do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), em Brasília, na quinta-feira 19.

“Temos um dos melhores programas de HIV/Aids do mundo – um programa que revolucionou o tratamento e reduziu a velocidade de disseminação da epidemia mundial ao adotar, em 1996, uma política de distribuição gratuita de medicamentos”, disse.

Para Varella, “se não tivesse adotado essa política, hoje, em vez de 860 mil, o Brasil teria 18 milhões de brasileiros com HIV – mais ou menos a mesma prevalência da África do Sul”. Segundo o médico, cerca de 10% da população adulta da nação africana vive com HIV atualmente.

Ao site Aids.gov.br, Varella falou também dos desafios a serem superados na área de prevenção, principalmente entre a população jovem: “É preciso falar sobre sexualidade e doenças sexualmente transmissíveis nas escolas”.

O médico também citou uma epidemia concentrada no País. Isto é, em subgrupos. Se na média geral da população brasileira, a prevalência de HIV é 0,4%, dentre gays e homens bissexuais, a taxa sobe para 12%. Outras populações de risco são as de profissionais do sexo (6%) e pessoas que usam álcool e drogas (5%).

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