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Nunca é tarde para sairmos do armário e vivermos a verdade que acreditamos, não é mesmo??

Bem, essa foi a atitude tomada pelo acompanhante de luxo gay, Sleazy Michael, de 59 anos, de Cambridge, no Reino Unido.

Quem o vê ostentando uma boa vida, mal sabe o que ele viveu no passado. Antes de se tornar um profissional do sexo, Sleazy Michael, viveu durante 23 anos no armário, até o dia que sua esposa descobriu que ele fazia sexo com outros rapazes.

Ao mexer no computador da família, ela acabou vendo as fotos de sexo gay praticados pelo marido, o que a deixou bastante revoltada e a fez persegui-lo com uma faca pela cozinha.

Durante uma entrevista à reportagem da PinkNews, Michael confessou: “Por 23 anos eu era como uma bomba-relógio prestes a explodir” e completou: “Tive que reprimir meu desejo por homens durante muito tempo”, disse.

Depois de ser expulso de casa pela esposa, Michael se sentiu, a princípio  perdido, mas ao mesmo tempo aliviado, pois percebeu que não havia mais tempo a perder e que a partir daquele momento, estava livre para explorar de fato a sua sexualidade, transformando-a, em uma forma de ganhar a vida, fazendo literalmente o que gosta.

“Tudo aconteceu de maneira bem orgânica. Tenho desejo sexual muito alto, realmente amo fazer sexo. Então, ser pago pra isso acaba sendo um bônus”, disse.

Depois de 13 anos vivendo como profissional do sexo, Michael lembra que antes dessa vida, trabalhava em uma empresa ferroviária ganhando muito menos que 100 libras ao mês; o que hoje, é faturado por hora de trabalho. (o que dá em torno de 500 reais)

“É incrível. Sou meu próprio patrão e trabalho deixando as pessoas mais felizes, vendo seus olhos se iluminarem”, afirmou.

Ele ainda acredita na utilidade de sua profissão, que segundo ele, pode salvar muitos relacionamentos: “Estou ajudando casais! Muitos tem uma fantasia e o que eu faço? Realizo antes que eles tenham um caso por aí e estraguem a relação. Isso ajuda a mantê-los!”

No final da entrevista, Michael afirma que está ciente do estigma que carrega em virtude da profissão, que acaba sempre sendo relacionada a marginalidade, promiscuidade, ou ainda, o submundo das drogas. Mas segundo ele, não se importa: “Não tenho problema com isso. Sinceramente, é o melhor trabalho que poderia ter”, concluiu.

 

Texto Marcus V. Xavier – Redator chefe
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